Duda Reis expõe sua opinião sobre Nego do Borel em A Fazenda

Duda Reis  expõe sua opinião sobre Nego do Borel em A Fazenda

Psicólogo Alexander Bez faz análise sobre presença do cantor no Reality Show

O Brasil do século XXI mudou em muitas formas, televisivamente falando, os programas atualmente nem se comparam com as telenovelas dos anos 70 a 90. Em um mundo de Netflix, Amazon Prime, Youtube e Reality Shows, se tornou muito comum o “on demand”, onde os telespectadores escolhem o que querem assistir. As escolhas? São infinitas! Desde séries e filmes, até reality shows.

Mas existe uma enorme diferença entre as séries e filmes para reality shows, no caso desse último, não há enredos pré-determinados, nem finais previsíveis, por isso são chamados de “Reality Shows”. Eles prendem a atenção do público pela curiosidade e associação mental inconsciente que todos acabam fazendo, “ser real” é o que importa!

Segundo o psicólogo especialista em relacionamentos, ansiedade e síndrome do pânico, Alexander Bez, “quando falamos em ser real, estamos falando sobre as nossas realidades mentais, é a nossa mente que nos faz ser o que somos! Nunca outro fator!” – explicou ele.

Ainda segundo o especialista, somos o que somos e não iremos alterar nosso caráter, podemos mudar de opinião, de estilo, de gosto, de posição política, mas jamais poderemos mudar o nosso caráter. 

Nesse sentido, a reclamação de Duda Reis sobre a presença de Nego do Borel em “A Fazenda” é cheia de razão. O psicólogo esclarece que “a agressividade não muda, ela pode ter apenas momentos de suspensão psicológica.

Algumas agressões são de caráter estritamente intencionais e nesse caso, desprovidos de patologias psiquiátricas, outras são de natureza psicopáticas, porém ambas são imutáveis e plenamente exercidas com consciência.” – disse ele.

“Expor na mídia alguém assim, acabaria enaltecendo sua conduta agressiva. A agressividade contra a mulher, principalmente quando doméstica, deixa marcas profundas e as vítimas nunca são as culpadas, a culpa é do agressor que intencionalmente perpetra um terror com sequelas psicológicas e emocionais profundas.” – afirma Alexander.

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